Economia dinâmica e qualidade de vida são os atrativos no Porto de Vitória

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Com um dos mais altos IDHs do Brasil, capital do Espírito Santo se destaca pela paisagem natural e pela infraestrutura de cidade grande

Capital do Espírito Santo, Vitória orgulha-se de ter um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil – a cidade está na quarta posição, entre os 5.565 municípios brasileiros. Uma parte da dinâmica que produz qualidade de vida deve-se ao complexo portuário do estado por onde são escoados, principalmente, minério de ferro, papel celulose, mármore, granito, grãos agrícolas, açúcar, produtos siderúrgicos e veículos. Não à toa, a cidade é uma das mais cobiçadas pelos candidatos à Praticagem. Atuam nesta Zona de Praticagem (ZP) atualmente 32 práticos.

A história do Porto de Vitória está diretamente relacionada ao cultivo do café a partir de 1870, quando o estado ainda era chamado de Província do Espírito Santo. Até então, o Porto de Itapemirim era utilizado para escoar a produção agrícola, principalmente a cana-de-açúcar, e não havia espaço para o café, que era embarcado no Cais do Imperador, na parte sul da ilha de Vitória. Apenas 30 anos depois, em 1906, o governo federal autorizou a Companhia Porto de Vitória (CPV) a fazer obras no Cais do Imperador, mas as atividades foram interrompidas em 1914, quando a União encampou a concessão dada à CPV.

A construção do porto só foi retomada em 1925, onze anos depois, e sua inauguração só aconteceu em 1940. Os dez anos seguintes foram marcados por grandes transformações, com a construção das instalações de embarque da CVRD (VALE) e do terminal de granéis líquidos, e com a instalação do Cais do Paul (Usiminas e CVRD). Até a década de 1980, o Porto continuou em expansão. Em 1983, o governo passou a administração do ancoradouro para a Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA), que o controla até hoje. Alguns terminais do porto são arrendados para a iniciativa privada.

Completam a vocação marítima e mercantil do estado os seguintes complexos portuários, todos atendidos pela Praticagem do Espírito Santo:

  • Ao Norte, o terminal de PORTOCEL, da Aracruz Celulose, o Terminal gaseiro da Petrobrás e o Estaleiro da empresa sul coreana Jurong;
  • Ao Sul, o Porto de Ubu, que escoa a produção de minério de ferro da Samarco;
  • Na Grande Vitória, o Porto de Tubarão, que por décadas foi o maior terminal exportador de minério de ferro do mundo, e o Porto de Praia Mole, com berços dedicados à importação de carvão a granel e à exportação de produtos siderúrgicos.

Além da eficiência de seus portos, a perspectiva de morar em uma cidade com infraestrutura completa, opções culturais e qualidade de vida faz de Vitória uma das cidades mais procuradas pelos candidatos à Praticagem. Situado em uma ilha, o município tem praias extensas e 40% de seu território cobertos por morros. A paisagem urbana também contribui para essa ambiência acolhedora. A cidade conserva exemplares do casario da época de sua fundação, em 1551, como o Palácio Anchieta, sede do governo estadual, a Capela de Santa Luzia, a construção mais antiga da cidade, e o Convento da Penha.

(Com informações de “Portos e terminais do Brasil”)

O Porto de Vitória em detalhes

Estrutura: canal de acesso com 7.500 metros de comprimento; largura máxima de 215 metros e mínima de 75 metros; calado máximo de 10,67 metros; Cais Comercial; Terminal de Ferro-Gusa; Cais de Capuaba; terminal para operações com granéis líquidos, Cais Paul e Terminal da Flexibras.

Equipamentos: Cais comercial: dois descarregadores de granéis para descarga de 250t/h cada; cinco guindastes; uma torre sugadora e uma cábrea (guindaste flutuante). Cais de Capuaba: quatro guindastes de pórticos sobre trilhos; dois guindastes MHC Gottwald-HMK 280E e 260E; duas torres sugadoras e um silo vertical.

Cargas predominantes: contêineres, veículos, combustívei, granéis líquidos, mármore, granito, carga geral, grãos agrícolas e tubulações e cabos para plataformas de petróleo.

Praticagem: Praticagem do Espírito Santo, com chamada nos canais de VHF 14 e 74.

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