História da Praticagem no Brasil

O que se sabe sobre a origem da Praticagem no Brasil? Quando começou? Como a profissão tomou a forma que tem hoje? Muitos dos nossos alunos e entusiastas da praticagem ficam curiosos sobre este assunto, por isso decidimos reunir essas respostas neste artigo completo. Hora de dar uma volta pela história da Praticagem

 

1808

Começa a implantação do Serviço de Praticagem organizado no Brasil por meio do Regimento para os Pilotos Práticos da Barra do Porto da Cidade do Rio de Janeiro, documento assinado pelo Visconde de Anadia, Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos e rubricado pelo Príncipe Regente D. João VI.

Neste documento, ficou definida a vinculação dos Serviços de Praticagem com a livre circulação de mercadorias, através da Segurança da Navegação em águas restritas. O Regimento se fez necessário devido a Abertura dos Portos, outorgada por Carta Régia de 28 de janeiro de 1808. Na carta, foi reconhecida a demanda de “Pilotos Práticos desta Barra, capazes e com suficientes conhecimentos, que possam merecer a confiança dos Comandantes ou Mestres das embarcações que entrarem ou saírem deste Porto”.

1881

Dragão do Mar

Prático Chico da Matilde, o Dragão do Mar, inicia o movimento de fechamento do porto de Fortaleza ao tráfico de escravos, na chamada Greve dos Jangadeiros. A ação conjunta dos práticos levou à libertação de milhares de escravos e ao fim da escravidão na região em 1884, quatro anos antes da promulgação da Lei Áurea.

1889

É instituído decreto para definir uma concepção abrangente e detalhada dos Serviços de Praticagem. O objetivo principal do decreto era reafirmar o decreto de 1808 e vincular os deveres e responsabilidades da Praticagem com a competência do Estado para garantir a circulação de mercadorias e a segurança da navegação em águas restritas. Foi este documento que submeteu oficialmente o Serviço de Praticagem à Autoridade Marítima.

1926

É aprovado decreto que reforça a subordinação dos Serviços de Praticagem à Autoridade Marítima, determinando que a atividade seja executada em cada localidade de acordo com regulamentação própria estabelecida pela Diretoria de Portos e Costas (DPC).

1940

É criado um novo Regulamento para as Capitanias dos Portos incluindo a regulamentação dos Serviços de Praticagem, que agora foram classificados como organizações de utilidade pública, de interesse da Segurança Nacional e da alçada do Ministério da Marinha. O documento também dissolveu as antigas Associações de Práticos e criou as Corporações de Práticos, determinando que sua administração seja exercida por um Prático-Mor, um Prático Ajudante e um Tesoureiro, devendo seus atos serem sempre submetidos à aprovação do competente Capitão dos Portos.

1959

Autoridade Marítima busca medidas para garantir que as Entidades de Praticagem tenham acesso aos recursos necessários para que os Serviços de Praticagem sejam executados segundo parâmetros e desempenho compatíveis com a atividade econômica e a Segurança da Navegação.

1961

São emitidas pela Autoridade Marítima regras sobre a administração dos recursos materiais e financeiros das Corporações de Práticos, o que caracterizou a implantação da autogestão do segmento sobre as próprias infra-estruturas de Praticagem.  Os Serviços de Praticagem passam a ser definidos como o conjunto de atividades profissionais exercidas pelos Práticos, atividades que agora serão realizadas em regime privado, mas preservando sua natureza jurídica pública, configurando assim um serviço público delegado ao particular.

1985

Tragédia é evitada pelo Prático Nelcy Campos no Parque de Tancagem do Brum, no Recife. O Prático arriscou a vida para guiar um petroleiro em chamas até o mar aberto, evitando a destruição do porto e da cidade. Nelcy foi aclamado como herói pela população local e imortalizado em uma estátua e em uma Regata, que leva seu nome. 

1986

Novo Regulamento mantém a vinculação da Praticagem com a Autoridade Marítima, considerando as seguintes finalidades: fiscalização dos aspectos técnicos e profissionais da profissão, requisição de Práticos em casos de busca e salvamento marítimo e realização de rodízio de trabalho aprovado pelo Capitão dos Portos. Documento reforça a necessidade da profissão ser exercida através de uma Entidade de Praticagem “a fim de que seja assegurada a assistência ininterrupta a todos os navios, independentemente de tipo”.

1991

Autoridade Marítima decide não mais participar na administração das entidades de Praticagem, tendo em visto que a autogestão do setor que já vinha acontecendo desde 1959. Apesar de ainda não ter sido regulamentada, a manutenção da infra-estrutura da atividade continua sob responsabilidade das Entidades de Praticagem locais.

1997

A Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA) estabelece diversas regras, incluindo um capítulo apenas sobre o Serviço de Praticagem. O documento caracterizou a atividade como assessoria e definiu melhor o relacionamento entre o Prático e o Comandante do Navio, resguardando ao último suas prerrogativas indissociáveis, sua autoridade e responsabilidades.

Além disso, ficaram definidos os requisitos para formação dos Práticos, mediante exame e estágio de qualificação, limitando a sua inscrição a apenas uma Zona de Praticagem e assegurando a todo Prático o livre exercício do serviço. A classificação da Praticagem como atividade essencial exige que o serviço esteja permanentemente disponível e estipula as formas de intervenção da Autoridade Marítima, que poderá estabelecer o número de Práticos para cada Zona, fixar o preço e requisitar o serviço de Práticos. Em função dessa essencialidade do cargo, o Prático é obrigado a atender aos chamados sob pena de suspensão ou cancelamento de sua habilitação.

1998

Foi publicado o decreto regulamentador da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (RLESTA), visando a implementação da LESTA. O capítulo referente ao Serviço de Praticagem define a sua constituição, que engloba o Prático, a lancha de prático e a atalaia. Agora a remuneração do serviço passa a abranger o emprego desses três elementos, devendo o preço ser livremente negociado entre as partes interessadas. Caso não haja acordo, a Autoridade Marítima fixará o preço, garantindo-se a realização do serviço.

2000

É criada a Norma da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem (NORMAM 12) com o propósito de estabelecer diretrizes para o Serviço de Praticagem em águas jurisdicionais brasileiras (AJB). Fica então definido que compete ao Diretor de Portos e Costas (DPC), como Representante Nacional da Autoridade Marítima, regulamentar o Serviço de Praticagem, estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas do serviço.

2009

Mulher na Praticagem

Prática Débora Gadelha assume o cargo após ser aprovada no concurso de 2008. É a primeira mulher na função desde o estabelecimento da Praticagem brasileira.

2010

Prático Hercules Lima funda o Curso H, o primeiro curso dedicado exclusivamente à preparação para todas as etapas do Processo Seletivo para Praticante de Prático.  A metodologia de sucesso aplicada no curso foi desenvolvida com base nas anotações de estudos e aprendizados do próprio Hercules, que passou em 1º colocado na prova escrita do concurso de 2008.

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Fontes:

  • https://www.praticagemdobrasil.org.br/
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Praticagem

 

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OUTRO ARTIGOS QUE PODEM TE INTERESSAR:

– Como se tornar um Prático de Navios: o que você precisa saber

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– Praticagem é Máfia? Entenda a origem do mito

– Práticos de Navio são também os guardiães do meio ambiente

 

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5 Comentários

  • Fernando Da Silva Guerra

    21 de agosto de 2019

    Muito interessante o escrito sobre a Profissão de Prático. já escutei falar muitas histórias sobre a profissão, mas o que mais gostaria de saber, se o curso leva muito tempo, o nível de escolaridade e os conteúdos apresentados para a matrícula e o tempo de duração do curso. Também se não for inconveniente , o salário inicial e o máximo que um prático pode ganhar.

    • Curso H

      28 de agosto de 2019

      Olá, Fernando! Nosso Curso Regular, que é a base de preparação para a prova escrita do processo seletivo, pode ser feito em duas modalidades, a Presencial, e a Tele+Presencial. Na modalidade Presencial, o curso tem duração de 1 ano letivo. Na modalidade Tele+Presencial o aluno faz seus horários e assiste à carga horária das aulas como for mais conveniente ao longo de um 1 ano de acesso. Em termos de escolaridade, só pode participar do processo seletivo quem tiver ensino superior completo em qualquer área.

      Sobre o salário de Prático, recomendo a leitura do nosso artigo sobre o assunto: https://cursoh.com.br/blog/qual-e-o-salario-de-pratico/

  • Marcus

    10 de agosto de 2019

    Belo conteúdo. Curiosidade, de qual ZP é a 1a Prática do país?

    • Curso H

      13 de agosto de 2019

      Olá, Marcus! Ela faz parte da ZP 19, do Rio Grande. Temos um artigo exclusivo sobre esse tema, se quiser dar uma olhada!

  • Celso Monteiro de bianco

    2 de julho de 2019

    Muito interessante obrigado por da esse conhecimento para muitos que ama o serviço marítimo

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Resumo das experiências profissionais:

– Prático dos portos do Estado do Espírito Santo (desde 2009).
– Aprovado em primeiro lugar na prova escrita do processo seletivo de 2008. – Piloto de caça do Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (2002 a 2008).
– Gerente de Manutenção e Logística das aeronaves de caça da Marinha, no Comando da Força Aeronaval (2008).
– Professor da cadeira de Aerodinâmica do curso de formação de Aviadores Navais (2005-2006).
– Aviador Naval, tendo-se formado após quatro anos de cursos nas Marinhas Norte-Americana e Argentina (1999 a 2002).
– Como Oficial do Corpo da Armada da Marinha do Brasil, realizou viagem de circunavegação no NE Brasil (1997) e embarcou em navios da Marinha, desempenhando várias funções a bordo e desenvolvendo sua qualificação profissional em navegação e náutica.
– Formado pelo Colégio Naval (1990) e bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em sistemas de armas (1996).

Ao longo de 18 anos de carreira na Armada da Marinha do Brasil, realizou diversos cursos, dentre os quais se destacam os seguintes:
– Curso de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA, 2006);
– Curso de Estado Maior para Oficiais Intermediários (Escola de Guerra Naval, 2005);
– Curso de Preparação para Recebimento de Aeronaves (Instituto de Aeronáutica e Espaço, Centro Tecnológico da Aeronáutica, 2004), primeiro colocado;
– Qualificação de Pouso a Bordo de Porta-Aviões (USS John F. Kennedy, 2002);
– Advanced Strike Flight (Meridian NAS, US Navy, 2001-2002);
– Oral Proficiency Skills for Aviation (Defense Language Institute, Department of Defense, EUA, 2001);
– Curso Avançado de Caça e Ataque (Primera Escuadrilla Aeronaval de Ataque, Armada Argentina, 2000);
– Curso de Formação de Aviadores Navais (Escuela de Aviación Naval, Armada Argentina, 1999), primeiro colocado;
– Curso de Guerra Eletrônica para Oficiais (CAAML, 1998);
– Curso de Especialização de Armamento para Oficiais (CIAW, 1997).

Fundou o Curso H em outubro de 2010, e desde então se dedica a prover aos seus alunos a mais completa preparação para todas as etapas do processo seletivo para Praticantes de Prático.

Hercules Lima

Prático

Resumo das experiências profissionais nas áreas afins:

– Capitão–de–Mar–e–Guerra (RM1) do Corpo da Armada, Hidrógrafo.
– Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha – 1º lugar com distinção;
– Comandante do Navio Hidrográfico “Argus” da DHN;
– Comandante do Navio Hidro-Oceanográfico “Almirante Graça Aranha” da DHN;
– Comandante do Aviso Hidrográfico “Camocim” da DHN;
– Chefe da “Comissão de Levantamentos Hidrográficos da Amazônia” (COLAM);
– Imediato, Chefe dos Departamentos de Hidrografia e Oceanografia e Encarregado de Navegação de vários navios hidrográficos e oceanográficos da DHN;
– Encarregado de Navegação do Navio-Escola “Brasil” em viagem por 28 países de quatro continentes;
– Chefe do Departamento de Instrução da DHN;
– Encarregado da Divisão de Cartografia da DHN;
– Instrutor das disciplinas Cartografia, Hidrografia, Construção da Carta Náutica e Geologia Marinha do Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha;
– Autor do livro “Capitão Amador – Navegação Segura em Cruzeiros de Alto-mar”, recomendado pela Marinha para a prova de Capitão-Amador.
– Professor das matérias Meteorologia, Oceanografia, Navegação em Águas Restritas, Publicações da DHN, Comunicações, Manobras de Navios, Sinalização Náutica e Gerenciamento de Passadiço para concursos para Praticante de Prático.
– Professor de cursos de preparação para Capitão-Amador e Mestre-Amador, Meteorologia, Oceanografia, Planejamento de Cruzeiro Oceânico, Navegação Eletrônica e Navegação Astronômica.
– Professor de aulas práticas de utilização de aparelhos eletrônicos de navegação (radar, AIS, GPS e ecobatímetro).

Jaime Felipe

Capitão–de–Mar–e–Guerra

Resumo das experiências profissionais nas áreas afins:

Engenheiro da Computação e Matemático.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Petrobras CENPES, pesquisador na área de detecção de vazamentos (escoamento confinado), 2012 a 2014;
– WesternGeco Schlumberger, trabalhando embarcado com serviços de sísmica;
– Curso Elite, professor de matemática, Porto Alegre, 2003;
– Curso Mauá, professor de matemática, Porto Alegre, 2000 a 2003.

Formação acadêmica:

– Engenharia da computação, IME, Rio de Janeiro, 2004 a 2008;
– Matemática, UFRGS, Porto Alegre, 2000 a 2003.

Thyago Kufner

Engenheiro e Matemático

Resumo das experiências profissionais:

Nicolas Klachquin

Professor

Resumo das experiências profissionais:

– Mais de 10 anos de experiência em telecomunicações, tendo trabalhado como Engenheiro e Gerente de Projetos para as empresas Vivo e Nextel, no Brasil, e para a Kordia Solutions, na Austrália, durante 5 anos.
– Gerente de Projetos de logística de medicamentos na Luft Logistics.

Formação acadêmica:

– MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios (FVG – SP);
– Engenheiro Eletricista pela Universidade Federal da Bahia (UFBA);
– Curso de Especialização em Telecomunicações (UFBA);
– Engenheiro de Áudio pela Escola de Engenharia de Áudio (SAE), Brisbane, Austrália;
– Capitão Amador.

Ex-aluno do Curso H.

Pablo Zuniga

Engenheiro Elétrico

Formação Acadêmica:

Bacharel em Análise de Sistemas – 2007 – Universidade Estácio de Sá
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos – COPPEAD / UFRJ (2009)

Paulo Freitas

Analista de Sistemas

Resumo das experiências profissionais:

– Mais de 20 anos de experiência em consultoria nas áreas de gerenciamento de projeto, tecnologia da informação e desenvolvimento de sistemas.
– Atuou como consultor em projetos nos EUA, Panamá e Chile e no gerenciamento de TI de empresas nos EUA, tendo residido neste país por mais de 10 anos.
– Atuou como consultor da Marinha do Brasil em Washington-DC (CNBW) por um período de 2 anos.
– Atualmente, é consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Formação acadêmica:

– Masters of Science Degree in Information and Telecommunication Systems, Johns Hopkins University, Baltimore – Maryland, USA, 1999.
– Bachelor of Arts Degree in Computer Information and Systems Science, University of the District of Columbia, Washington DC, USA, 1993.
– Associate of Arts Degree in Information Systems, Montgomery College, Rockville – Maryland, USA, 1991.

Ex-aluno do Curso H.

Jorge Mendes

Engenheiro de Sistemas

Formação Acadêmica:

Bacharelato em Oceanografia – UERJ – incompleto.
Bacharelato em Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente – UFF – Graduado em 2015 com foco em meteorologia sinótica da América do Sul e mudanças climáticas.

Resumo das experiências profissionais:

Lachmann – 2009 a 2011 – Agente Marítimo (visitador de navios).
Tide Maritime – 2011 a 2014 – Mesa de operações e atuação na área comercial como broker de navios CPP e DPP.
Curso H – Início em 2016.

Diego Soares

Engenheiro de Recursos Hídricos

O Capitão-de mar-e-guerra Paulo Roberto Valgas Lobo é autor do livro “Meteorologia e Oceanografia – Usuário Navegante”, adotado na bibliografia oficial para o Processo Seletivo para Praticantes de Prático (1ª edição: 1999, 2ª edição: 2007), e do livro de Meteorologia e Oceanografia para Ensino à Distância (2008).

Qualificações acadêmicas:

– Curso de graduação na Escola Naval (1959 a 1961);
– Curso de Aperfeiçoamento em Hidrografia e Navegação – DHN (1964);
– Mestrado em Meteorologia – INPE (1978 a 1981);
– Doutorado em Política e Estratégia Marítima – EGN (1988);
– Curso de Especialização em Previsão do Tempo e do Clima – UFRJ (1995);
– Curso de pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior – UERJ (1998);
– Oceanógrafo (lei 11.760, de 31 de julho de 2008).

Experiências profissionais:

– Professor de Meteorologia e Oceanografia do Ensino Profissional Marítimo no CIAGA, desde 1995.
– Professor de Navegação, Meteorologia e Oceanografia na Escola Naval, de 1968 a 1971, e de 1999 a 2001;
– Comandante do Navio Hidro-Oceanográfico Canopus, 1986;
– Vice-Diretor do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, 1987;
– Vice-Diretor da Escola Naval, de 1989 a 1990.

Valgas Lobo

Capitão–de–Mar–e–Guerra

Prático da ZP-14 (Vitória), aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013.
Capitão-de-Fragata (FN) da Marinha do Brasil.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Comando da Companhia de Comunicações de Fuzileiros Navais;
– Instrutor do Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais Fuzileiros Navais;
– Instrutor da Escola Naval;
– Oficial de Intercâmbio na Second Marine Division, United States Marine Corp – Marine Corp Base Camp Lejeune – NC – USA (2007/2008).

Formação acadêmica e principais cursos:

– Colégio Naval (1980 a 1982);
– Escola Naval (1983 a 1986);
– Curso Especial de Comunicações para Oficiais;
– Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais;
– Curso de Inteligência para Oficiais;
– Curso de Especialização em Operações Anfíbias, Espanha;
– Curso Expedito de Operações Militares em Área Urbana, Inglaterra;
– Curso de Armamento Antiaéreo, Exército Brasileiro;
– Curso de Comando e Estado Maior para Oficiais, Escola de Guerra Naval;
– MBA de Gestão Empresarial pelo COPPEAD.

Evandro D’Aquino

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-14 (Vitória);
Capitão-de-Corveta da Marinha do Brasil;
Engenheiro Naval;
Ex-aluno do Curso H.

Resumo profissional e acadêmico:

– Formado pelo Colégio Naval (1991);
– Bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em eletrônica (1997);
– Realizou viagem de circunavegação no Navio-Escola Brasil (1998);
– Embarque na Corveta Inhaúma (1999);
– Formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Computação pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, POLI-USP (2003).

Guido Botto

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013.
Primeiro-Tenente da Marinha do Brasil.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Embarcou em diversos navios da Marinha do Brasil e de Marinhas estrangeiras, ao longo de mais de 11 anos de carreira naval;
– Realizou viagem circunavegação no Navio-Escola Brasil (2009);
– Trabalhos na área de operações de inteligência e segurança na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (CNUDS RIO+20), no Rio de Janeiro (2012);
– Intérprete e agente de ligação com a Royal Navy em operação conjunta das Marinhas do Brasil e Britânica (Passex Ocean), a bordo do navio HMS Ocean (2010);
– Diversas atuações como instrutor, na Marinha do Brasil e em instituições civis.

Formação acadêmica e principais cursos:

– Bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval da Marinha do Brasil (2009);
– FA Basic Officer Leadership Course (Curso de Liderança para Oficiais do Exército Americano), graduado com honras de distinção (Distinguished Honor Graduate), Escola de Fort Sill, Oklahoma, EUA (2011);
– Brazilian Maritime Pilot Training, MITAGS & CURSO H, Baltimore, EUA (2013);
– Domínio dos idiomas inglês, francês e espanhol.

Paulo Torres

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-14 (Vitória).
Capitão-Tenente do Corpo da Armada da Marinha do Brasil, Hidrógrafo.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Oficial do Centro de Hidrografia da Marinha, DHN (2014);
– Oficial de Manobra, Encarregado de Navegação e Encarregado da Divisão de Hidroceanografia do Navio Hidro-Oceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha” (DHN, 2012 a 2014);
– Embarque no Navio “Pará”, tendo navegado pelo Rio Amazonas e seus afluentes (2009 e 2010);
– Realizou viagem de circunavegação no “Navio-Escola Brasil” (2008);
– Monitor de navegação e manobra do navio de instrução “Guarda-Marinha Brito” (2007).

Formação acadêmica e principais cursos:

– Maritime Pilot Training – Mitags & Curso H, EUA (2013);
– Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha (DHN, 2011);
– Escola Naval (2004 a 2007).

Raphael Sobreira

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-15 (Rio de Janeiro).
Capitão-de-Fragata da Marinha do Brasil e Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo profissional e acadêmico:

– Ao longo da sua carreira na Marinha do Brasil, passou mais de 15 anos embarcado em navios de guerra;
– Instrutor do CIAGA em Manobra de Navio, Navegação Eletrônica e Navegação Astronômica;
– Mestrado em Ciências Navais;
– MBA em Gestão Empresarial, COPPEAD-UFRJ;
– Curso de Altos Estudos Militares, Escola de Guerra Naval;
– Curso de Estado Mayor de la Academia de Guerra de Naval de Chile.

Renato Kopezynski

Prático

– Nativo da língua inglesa, com doze anos de experiência no ensino de inglês, tendo lecionado em diversos países, dentre eles África do Sul, Brasil, Chile, Inglaterra e Angola.
– Graduado em Inglês e em Direito, é autor de diversos cursos de especialização, tais como: “Inglês para Pilotos da Aviação”, “Inglês para Comissários”, “Inglês para Praticagem” e “Inglês para Advogados”.

Informações adicionais:

– Proprietário da Global Aviation English e autor do maior Curso de Inglês online para aviação do mundo.
– Qualificação TEFL; e
– Autor de dez aplicativos para celular relacionados ao ensino de inglês.

Damon Freeman

Professor de Inglês

Prático dos Portos do Estado de São Paulo desde 2011.
Sétimo lugar geral no Processo Seletivo de 2011, somando 19 pontos na Prova Prático-Oral.
Graduado em Comércio Exterior pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP (2005).
Capitão Amador.
Aluno da primeira turma do Curso H.

Caio Frare

Prático

Resumo das experiências profissionais:

- Técnico em Eletrônica;
- Piloto de aviões e planadores;
- Oficial da reserva de infantaria da FAB;
- Capitão Amador;
- Engenheiro Aeronáutico formado pelo ITA, com experiência em aerodinâmica, energia eólica e segurança de aeronaves.

Tomaz Cavalcante

Engenheiro Aeronáutico