O que mudou na Praticagem e no processo seletivo ao longo dos anos?

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Um breve contexto histórico

Embora seja considerada excêntrica, a atividade da Praticagem existe há mais de 3.400 anos, época em que as civilizações da antiguidade estavam começando a explorar o comércio marítimo. A profissão de Prático de Navios surgiu, então, da necessidade de um apoio à navegação nas águas restritas do Mar Mediterrâneo.

mapa-maritimo-antigo
Fonte: Globo mídia

No Brasil, estudos indicam que os serviços do Prático de Navios são prestados desde o início do período colonial. No entanto, a atividade só foi regulamentada em 1808 por Dom João VI.

De lá para cá, muita coisa mudou: outras normas regulamentadoras, atribuições, direitos e deveres surgiram, fazendo com que a profissão se consolidasse no país ao longo dos anos.

O que mudou no Processo Seletivo para Praticantes de Prático?

Em entrevista ao nosso blog, o Prático Hercules Lima, idealizador do Curso H, nos contou em detalhes o que mudou no Processo Seletivo para Praticantes de Prático desde a sua primeira tentativa, em 1995, até os dias de hoje.

Segundo ele, o principal obstáculo naquela época era o pouco acesso a materiais e informações sobre a Praticagem. “Era muito difícil conseguir informação, pois ainda não existia a internet. Para conseguir o material de estudos, você tinha que ir a bibliotecas para tirar xerox de livros que não era possível comprar… e não tinha como fazer download de nada.”, afirmou.

Outra mudança relevante é que, há 26 anos, não era necessário ter curso superior para prestar o concurso. Hoje, esse é um dos pré-requisitos para realizar a prova. Contudo, continua sendo dispensável possuir formação na área marítima, ou seja, pessoas de quaisquer formações e experiências podem participar.

pratico-de-navios

A prova escrita, que constitui a primeira etapa do processo seletivo, também evoluiu. No concurso de 1995, a prova continha 50 questões e o candidato dispunha de apenas uma hora para resolvê-la. Nas seleções mais recentes, a média da quantidade de questões subiu para até 70, e o tempo para a realização da prova passou a ser de 4 horas.

Hercules também mencionou o fato de que, antigamente, não era possível concorrer a todas as Zonas de Praticagem simultaneamente. “O concurso era prestado para apenas uma ZP específica. Não como é hoje, que você pode optar por todas as ZPs e a prova é feita de maneira unificada no Rio de Janeiro. Naquela época, se você quisesse ser Prático em Manaus, era preciso pegar o avião, ir até Manaus e fazer a prova lá. Caso quisesse ser Prático no Rio de Janeiro, era necessário vir até o Rio e fazer a prova aqui.”, comentou ele. “O que não mudou ao longo dos anos foi a seriedade com que a Marinha sempre conduziu as seleções. Até onde consigo rastrear, umas 3 ou 4 décadas para trás, passa quem estuda e se prepara melhor.”, concluiu.

Os avanços tecnológicos e o Serviço de Praticagem

O Prático de Navios trabalha diretamente com o Comandante da embarcação, orientando-o e assessorando-o quanto às condições de manobra, os rumos a serem seguidos, as velocidades apropriadas e as ordens de leme e de máquinas. Gerencia o uso de rebocadores e de outros recursos externos ao navio e faz todas as comunicações necessárias para uma operação segura. Para isso, é necessário que o profissional tenha experiência com navegação e profundo conhecimento da região em que atua, sabendo todos os detalhes e peculiaridades locais, tais como geografia, clima, ventos predominantes, correntes de maré e profundidades.

Todas essas demandas inerentes à profissão permaneceram inalteradas com o tempo. Inabalada também se mostrou a importância da Praticagem para a atividade econômica do país, na medida em que continua a viabilizar o tráfego de embarcações e o comércio marítimo nacional e internacional. A Praticagem ainda manteve o seu papel na proteção do patrimônio envolvido em cada manobra e na preservação da vida humana e do ambiente marítimo.

Entretanto, foram observados avanços tecnológicos em diversas frentes. Para chegar até o navio, antigamente o Prático utilizava uma embarcação a remo, de construção rudimentar. Hoje, utiliza-se uma lancha especialmente construída e equipada para possibilitar o transbordo seguro para o navio. A Lancha de Prático, como é chamada, deve cumprir com requisitos rigorosos relacionados a dispositivos de embarque e desembarque, salvatagem, equipamentos de comunicação e navegação, estabilidade, velocidade e potência.

A tecnologia é uma grande aliada para a realização dos serviços de Praticagem e está presente não só nas lanchas, mas também nos equipamentos eletrônicos extremamente precisos que os Práticos utilizam quando conduzem as manobras e nos equipamentos de comunicação via rádio. Antes, as ordens para os rebocadores que auxiliam nas manobras eram transmitidas por meio de sinais de apito.

tecnologias-da-praticagem

A evolução das ferramentas de comunicação e monitoramento também possibilitaram o surgimento das Atalaias — como são chamadas as modernas estações de controle da Praticagem — que estão em contato constante com os navios e demais participantes da cena portuária. Antigamente, os Práticos permaneciam de plantão em locais amarados de onde podiam avistar, com binóculos, os sinais de bandeiras arvorados pelos navios. A requisição do serviço era efetuada por meio do içamento da bandeira GOLF, do Código Internacional de Sinais, que significa “Solicito Prático”.

Como os Práticos de Navios trabalham e se associam atualmente?

No Brasil, os Práticos podem optar por trabalharem reunidos em associações ou empresas, ou de forma autônoma. Importante mencionar que eles não são funcionários públicos e tampouco são militares, ainda que operem sob regulamentação de responsabilidade da Marinha do Brasil. Os Práticos, portanto, trabalham sem vínculo empregatício com os seus tomadores de serviço, que são os armadores ou operadores dos navios.

Este modelo de praticagem que garante a independência funcional do Prático em relação aos tomadores do serviço traz benefícios diretos e imediatos para a segurança da navegação. Não à toa é muito similar ao modelo adotado pela grande maioria das nações desenvolvidas, por exemplo, Estados Unidos, Holanda e França.

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6 Comentários

  • hedison trindade nascimento

    13 de setembro de 2021

    Bom dia!! Só uma dúvida que eu fiquei ainda! Eu preciso fazer um curso especifico antes para poder prestar o processo seletivo??

    • Curso H

      13 de setembro de 2021

      Oi, Hedison. Tudo bem?
      O candidato precisa ter ensino superior em qualquer área do conhecimento.
      Fora isso, não é exigido nenhum outro curso preparatório para prestar o Processo Seletivo para Praticantes de Prático.
      No entanto, acreditamos que este seja o melhor caminho para a aprovação, visto que se trata de uma prova bem específica.

  • HUxlan Mamede Lessa Nunes

    28 de julho de 2021

    Seria muito bom fazer parte desta conceituada , história dos navegantes

    • Curso H

      29 de julho de 2021

      Olá, HUxlan. Tudo bem? Ainda dá tempo de ingressar nessa jornada!
      Conheça o nosso novo programa de estudos e prepare-se para quando o edital abrir: https://preparacao360.cursoh.com.br/2021-2/
      Qualquer dúvida, estamos à disposição.

  • PEDRO DA SILVA PEIXOTO SEGUNDO

    28 de julho de 2021

    Qual o valor do curso? O curso é de 360h, significa que é equiparado à uma pós graduação? Com esse curso de 360h ainda assim tenho que prestar concurso?

    • Curso H

      29 de julho de 2021

      Olá, Pedro. Tudo bem?
      Nós somos um curso preparatório para a melhor profissão do Brasil.
      A preparação 360 tem esse nome porque te fornece o conteúdo completo exigido no edital, incluindo teoria, prática e avaliação através de simulados.
      Para ser aprovado na profissão, você precisa participar de um processo seletivo público regulamentado pela Marinha do Brasil.
      Você pode encontrar mais detalhes no link a seguir: https://cursoh.com.br/sobre-o-processo-seletivo-para-pratico/

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Resumo das experiências profissionais:

– Prático dos portos do Estado do Espírito Santo (desde 2009).
– Aprovado em primeiro lugar na prova escrita do processo seletivo de 2008. – Piloto de caça do Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (2002 a 2008).
– Gerente de Manutenção e Logística das aeronaves de caça da Marinha, no Comando da Força Aeronaval (2008).
– Professor da cadeira de Aerodinâmica do curso de formação de Aviadores Navais (2005-2006).
– Aviador Naval, tendo-se formado após quatro anos de cursos nas Marinhas Norte-Americana e Argentina (1999 a 2002).
– Como Oficial do Corpo da Armada da Marinha do Brasil, realizou viagem de circunavegação no NE Brasil (1997) e embarcou em navios da Marinha, desempenhando várias funções a bordo e desenvolvendo sua qualificação profissional em navegação e náutica.
– Formado pelo Colégio Naval (1990) e bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em sistemas de armas (1996).

Ao longo de 18 anos de carreira na Armada da Marinha do Brasil, realizou diversos cursos, dentre os quais se destacam os seguintes:
– Curso de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA, 2006);
– Curso de Estado Maior para Oficiais Intermediários (Escola de Guerra Naval, 2005);
– Curso de Preparação para Recebimento de Aeronaves (Instituto de Aeronáutica e Espaço, Centro Tecnológico da Aeronáutica, 2004), primeiro colocado;
– Qualificação de Pouso a Bordo de Porta-Aviões (USS John F. Kennedy, 2002);
– Advanced Strike Flight (Meridian NAS, US Navy, 2001-2002);
– Oral Proficiency Skills for Aviation (Defense Language Institute, Department of Defense, EUA, 2001);
– Curso Avançado de Caça e Ataque (Primera Escuadrilla Aeronaval de Ataque, Armada Argentina, 2000);
– Curso de Formação de Aviadores Navais (Escuela de Aviación Naval, Armada Argentina, 1999), primeiro colocado;
– Curso de Guerra Eletrônica para Oficiais (CAAML, 1998);
– Curso de Especialização de Armamento para Oficiais (CIAW, 1997).

Fundou o Curso H em outubro de 2010, e desde então se dedica a prover aos seus alunos a mais completa preparação para todas as etapas do processo seletivo para Praticantes de Prático.

Hercules Lima

Prático

Resumo das experiências profissionais nas áreas afins:

– Capitão–de–Mar–e–Guerra (RM1) do Corpo da Armada, Hidrógrafo.
– Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha – 1º lugar com distinção;
– Comandante do Navio Hidrográfico “Argus” da DHN;
– Comandante do Navio Hidro-Oceanográfico “Almirante Graça Aranha” da DHN;
– Comandante do Aviso Hidrográfico “Camocim” da DHN;
– Chefe da “Comissão de Levantamentos Hidrográficos da Amazônia” (COLAM);
– Imediato, Chefe dos Departamentos de Hidrografia e Oceanografia e Encarregado de Navegação de vários navios hidrográficos e oceanográficos da DHN;
– Encarregado de Navegação do Navio-Escola “Brasil” em viagem por 28 países de quatro continentes;
– Chefe do Departamento de Instrução da DHN;
– Encarregado da Divisão de Cartografia da DHN;
– Instrutor das disciplinas Cartografia, Hidrografia, Construção da Carta Náutica e Geologia Marinha do Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha;
– Autor do livro “Capitão Amador – Navegação Segura em Cruzeiros de Alto-mar”, recomendado pela Marinha para a prova de Capitão-Amador.
– Professor das matérias Meteorologia, Oceanografia, Navegação em Águas Restritas, Publicações da DHN, Comunicações, Manobras de Navios, Sinalização Náutica e Gerenciamento de Passadiço para concursos para Praticante de Prático.
– Professor de cursos de preparação para Capitão-Amador e Mestre-Amador, Meteorologia, Oceanografia, Planejamento de Cruzeiro Oceânico, Navegação Eletrônica e Navegação Astronômica.
– Professor de aulas práticas de utilização de aparelhos eletrônicos de navegação (radar, AIS, GPS e ecobatímetro).

Jaime Felipe

Capitão–de–Mar–e–Guerra

Resumo das experiências profissionais nas áreas afins:

Engenheiro da Computação e Matemático.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Petrobras CENPES, pesquisador na área de detecção de vazamentos (escoamento confinado), 2012 a 2014;
– WesternGeco Schlumberger, trabalhando embarcado com serviços de sísmica;
– Curso Elite, professor de matemática, Porto Alegre, 2003;
– Curso Mauá, professor de matemática, Porto Alegre, 2000 a 2003.

Formação acadêmica:

– Engenharia da computação, IME, Rio de Janeiro, 2004 a 2008;
– Matemática, UFRGS, Porto Alegre, 2000 a 2003.

Thyago Kufner

Engenheiro e Matemático

Resumo das experiências profissionais:

Nicolas Klachquin

Professor

Resumo das experiências profissionais:

– Mais de 10 anos de experiência em telecomunicações, tendo trabalhado como Engenheiro e Gerente de Projetos para as empresas Vivo e Nextel, no Brasil, e para a Kordia Solutions, na Austrália, durante 5 anos.
– Gerente de Projetos de logística de medicamentos na Luft Logistics.

Formação acadêmica:

– MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios (FVG – SP);
– Engenheiro Eletricista pela Universidade Federal da Bahia (UFBA);
– Curso de Especialização em Telecomunicações (UFBA);
– Engenheiro de Áudio pela Escola de Engenharia de Áudio (SAE), Brisbane, Austrália;
– Capitão Amador.

Ex-aluno do Curso H.

Pablo Zuniga

Engenheiro Elétrico

Formação Acadêmica:

Bacharel em Análise de Sistemas – 2007 – Universidade Estácio de Sá
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos – COPPEAD / UFRJ (2009)

Paulo Freitas

Analista de Sistemas

Resumo das experiências profissionais:

– Mais de 20 anos de experiência em consultoria nas áreas de gerenciamento de projeto, tecnologia da informação e desenvolvimento de sistemas.
– Atuou como consultor em projetos nos EUA, Panamá e Chile e no gerenciamento de TI de empresas nos EUA, tendo residido neste país por mais de 10 anos.
– Atuou como consultor da Marinha do Brasil em Washington-DC (CNBW) por um período de 2 anos.
– Atualmente, é consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Formação acadêmica:

– Masters of Science Degree in Information and Telecommunication Systems, Johns Hopkins University, Baltimore – Maryland, USA, 1999.
– Bachelor of Arts Degree in Computer Information and Systems Science, University of the District of Columbia, Washington DC, USA, 1993.
– Associate of Arts Degree in Information Systems, Montgomery College, Rockville – Maryland, USA, 1991.

Ex-aluno do Curso H.

Jorge Mendes

Engenheiro de Sistemas

Formação Acadêmica:

Bacharelato em Oceanografia – UERJ – incompleto.
Bacharelato em Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente – UFF – Graduado em 2015 com foco em meteorologia sinótica da América do Sul e mudanças climáticas.

Resumo das experiências profissionais:

Lachmann – 2009 a 2011 – Agente Marítimo (visitador de navios).
Tide Maritime – 2011 a 2014 – Mesa de operações e atuação na área comercial como broker de navios CPP e DPP.
Curso H – Início em 2016.

Diego Soares

Engenheiro de Recursos Hídricos

O Capitão-de mar-e-guerra Paulo Roberto Valgas Lobo é autor do livro “Meteorologia e Oceanografia – Usuário Navegante”, adotado na bibliografia oficial para o Processo Seletivo para Praticantes de Prático (1ª edição: 1999, 2ª edição: 2007), e do livro de Meteorologia e Oceanografia para Ensino à Distância (2008).

Qualificações acadêmicas:

– Curso de graduação na Escola Naval (1959 a 1961);
– Curso de Aperfeiçoamento em Hidrografia e Navegação – DHN (1964);
– Mestrado em Meteorologia – INPE (1978 a 1981);
– Doutorado em Política e Estratégia Marítima – EGN (1988);
– Curso de Especialização em Previsão do Tempo e do Clima – UFRJ (1995);
– Curso de pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior – UERJ (1998);
– Oceanógrafo (lei 11.760, de 31 de julho de 2008).

Experiências profissionais:

– Professor de Meteorologia e Oceanografia do Ensino Profissional Marítimo no CIAGA, desde 1995.
– Professor de Navegação, Meteorologia e Oceanografia na Escola Naval, de 1968 a 1971, e de 1999 a 2001;
– Comandante do Navio Hidro-Oceanográfico Canopus, 1986;
– Vice-Diretor do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, 1987;
– Vice-Diretor da Escola Naval, de 1989 a 1990.

Valgas Lobo

Capitão–de–Mar–e–Guerra

Prático da ZP-14 (Vitória), aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013.
Capitão-de-Fragata (FN) da Marinha do Brasil.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Comando da Companhia de Comunicações de Fuzileiros Navais;
– Instrutor do Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais Fuzileiros Navais;
– Instrutor da Escola Naval;
– Oficial de Intercâmbio na Second Marine Division, United States Marine Corp – Marine Corp Base Camp Lejeune – NC – USA (2007/2008).

Formação acadêmica e principais cursos:

– Colégio Naval (1980 a 1982);
– Escola Naval (1983 a 1986);
– Curso Especial de Comunicações para Oficiais;
– Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais;
– Curso de Inteligência para Oficiais;
– Curso de Especialização em Operações Anfíbias, Espanha;
– Curso Expedito de Operações Militares em Área Urbana, Inglaterra;
– Curso de Armamento Antiaéreo, Exército Brasileiro;
– Curso de Comando e Estado Maior para Oficiais, Escola de Guerra Naval;
– MBA de Gestão Empresarial pelo COPPEAD.

Evandro D’Aquino

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-14 (Vitória);
Capitão-de-Corveta da Marinha do Brasil;
Engenheiro Naval;
Ex-aluno do Curso H.

Resumo profissional e acadêmico:

– Formado pelo Colégio Naval (1991);
– Bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em eletrônica (1997);
– Realizou viagem de circunavegação no Navio-Escola Brasil (1998);
– Embarque na Corveta Inhaúma (1999);
– Formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Computação pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, POLI-USP (2003).

Guido Botto

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013.
Primeiro-Tenente da Marinha do Brasil.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Embarcou em diversos navios da Marinha do Brasil e de Marinhas estrangeiras, ao longo de mais de 11 anos de carreira naval;
– Realizou viagem circunavegação no Navio-Escola Brasil (2009);
– Trabalhos na área de operações de inteligência e segurança na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (CNUDS RIO+20), no Rio de Janeiro (2012);
– Intérprete e agente de ligação com a Royal Navy em operação conjunta das Marinhas do Brasil e Britânica (Passex Ocean), a bordo do navio HMS Ocean (2010);
– Diversas atuações como instrutor, na Marinha do Brasil e em instituições civis.

Formação acadêmica e principais cursos:

– Bacharel em Ciências Navais pela Escola Naval da Marinha do Brasil (2009);
– FA Basic Officer Leadership Course (Curso de Liderança para Oficiais do Exército Americano), graduado com honras de distinção (Distinguished Honor Graduate), Escola de Fort Sill, Oklahoma, EUA (2011);
– Brazilian Maritime Pilot Training, MITAGS & CURSO H, Baltimore, EUA (2013);
– Domínio dos idiomas inglês, francês e espanhol.

Paulo Torres

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-14 (Vitória).
Capitão-Tenente do Corpo da Armada da Marinha do Brasil, Hidrógrafo.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo das experiências profissionais:

– Oficial do Centro de Hidrografia da Marinha, DHN (2014);
– Oficial de Manobra, Encarregado de Navegação e Encarregado da Divisão de Hidroceanografia do Navio Hidro-Oceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha” (DHN, 2012 a 2014);
– Embarque no Navio “Pará”, tendo navegado pelo Rio Amazonas e seus afluentes (2009 e 2010);
– Realizou viagem de circunavegação no “Navio-Escola Brasil” (2008);
– Monitor de navegação e manobra do navio de instrução “Guarda-Marinha Brito” (2007).

Formação acadêmica e principais cursos:

– Maritime Pilot Training – Mitags & Curso H, EUA (2013);
– Curso de Aperfeiçoamento de Hidrografia para Oficiais da Marinha (DHN, 2011);
– Escola Naval (2004 a 2007).

Raphael Sobreira

Prático

Aprovado no Processo Seletivo para Praticantes de Prático de 2012/2013 para a ZP-15 (Rio de Janeiro).
Capitão-de-Fragata da Marinha do Brasil e Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante.
Ex-aluno do Curso H.

Resumo profissional e acadêmico:

– Ao longo da sua carreira na Marinha do Brasil, passou mais de 15 anos embarcado em navios de guerra;
– Instrutor do CIAGA em Manobra de Navio, Navegação Eletrônica e Navegação Astronômica;
– Mestrado em Ciências Navais;
– MBA em Gestão Empresarial, COPPEAD-UFRJ;
– Curso de Altos Estudos Militares, Escola de Guerra Naval;
– Curso de Estado Mayor de la Academia de Guerra de Naval de Chile.

Renato Kopezynski

Prático

– Nativo da língua inglesa, com doze anos de experiência no ensino de inglês, tendo lecionado em diversos países, dentre eles África do Sul, Brasil, Chile, Inglaterra e Angola.
– Graduado em Inglês e em Direito, é autor de diversos cursos de especialização, tais como: “Inglês para Pilotos da Aviação”, “Inglês para Comissários”, “Inglês para Praticagem” e “Inglês para Advogados”.

Informações adicionais:

– Proprietário da Global Aviation English e autor do maior Curso de Inglês online para aviação do mundo.
– Qualificação TEFL; e
– Autor de dez aplicativos para celular relacionados ao ensino de inglês.

Damon Freeman

Professor de Inglês

Prático dos Portos do Estado de São Paulo desde 2011.
Sétimo lugar geral no Processo Seletivo de 2011, somando 19 pontos na Prova Prático-Oral.
Graduado em Comércio Exterior pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP (2005).
Capitão Amador.
Aluno da primeira turma do Curso H.

Caio Frare

Prático

Resumo das experiências profissionais:

- Técnico em Eletrônica;
- Piloto de aviões e planadores;
- Oficial da reserva de infantaria da FAB;
- Capitão Amador;
- Engenheiro Aeronáutico formado pelo ITA, com experiência em aerodinâmica, energia eólica e segurança de aeronaves.

Tomaz Cavalcante

Engenheiro Aeronáutico